OPINIÃO: No Flamengo, Bap, enfim, tem seu treinador
As pessoas que ouviram o presidente Luiz Eduardo Baptista criticar Filipe Luís, publica e despreocupadamente, desde que assumiu a cadeira, não estão surpresas com a demissão do técnico do Flamengo. A decisão que redefiniu os “padrões culturais” do futebol brasileiro nas relações clube-treinador pode ser descrita – empregando um termo usado nas últimas semanas para espezinhar Filipe – como um gesto autoral. O jovem multicampeão era o técnico do Flamengo, mas não o técnico de Bap, um dirigente cuj...